ESCREVER É UM VÍCIO QUE NÃO QUERO CURAR NUNCA.

21 de junho de 2012

Lágrimas.


Olho o vazio,
contemplo o silêncio,
busco a resposta...
O que escrevi, escrevo de novo,
parece um filme chato,
o que sinto, me domina,
um show de horrores,
surgindo na negra noite,
na tela da vida já devastada...
Na sombra do nada,
a dor vestida em forma de versos,
misturando as incertezas com tristezas,
conduzindo a um caminho finito.
Lágrimas que surgem.



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