ESCREVER É UM VÍCIO QUE NÃO QUERO CURAR NUNCA.

30 de junho de 2012

MADRUGADA.


Furtivos na madrugada,
Nossos corpos se amaram,
Entrelaçados na paixão,
Atendendo ao chamado do desejo,

Éramos o retrato da inocência
De um amor sem fim, pleno...
Maravilhados com o sabor dos beijos
Com o toque de cada olhar, vibrávamos.

O sorriso da noite silenciosa
Comungava nosso segredo
Não queria amanhecer, observava...
O brilho das estrelas encantava.

A magia do momento envolvia
Notas musicais ao fundo do luar
Anunciavam o êxtase completo
No momento o qual nos fundimos...


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