ESCREVER É UM VÍCIO QUE NÃO QUERO CURAR NUNCA.

5 de setembro de 2011

 
       DESATINO.


Livre os fantasmas atormentavam a mente demente
Que tudo sente tão intensamente e vive em desatino

Não há futuro ou presente nesse espírito aflito
Apenas o passado que violentamente permanece a torturar

Despida dos sonhos coloridos, vive pesadelos sem fim
A memória é um castelo de pensamentos cruéis

Num instante de realidade vive momentos
Acaricia a pele da face em sua frente

Suas mãos tremulam querendo sentir o calor de outro ser
Na esperança de novamente reviver suas emoções...

Seu sorriso brilha, sente paz e o calor humano
Mas logo tudo volta a ficar confuso

Então abandonada em seu mundo cruel, sobrevive...

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