ESCREVER É UM VÍCIO QUE NÃO QUERO CURAR NUNCA.

2 de agosto de 2011

EXISTÊNCIA.


Às vezes não sei se sou soturna, ou noturna
Divago pensamentos a meia luz da vida
Desvio dos caminhos que me levam, a saber,
Quais as respostas do meu eu, sem perguntas existo
Meu viver é deixar enlouquecer a alma sem dor
Criando versos que flutuam nas noites dos amantes
Desvencilhando os sonhos que anelaram em seus desejos
Então eu mesma me recrio na direção dos versos alucinantes
Embriagando meu espírito com o néctar da vida, sigo...

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