ESCREVER É UM VÍCIO QUE NÃO QUERO CURAR NUNCA.

10 de janeiro de 2011

VIDA SEM COR.

As folhas da primavera
No outono mudam de cor
Levemente são arrastadas pelo vento,
Sem rumo ou direção definida,

Meu rosto antes jovem, está pálido
Traz as marcas das tristezas
Dores feitas pelo tempo
Gravadas em meu coração

Alguns falsos amores
Estavam em meu intimo, agora vazio
Deixando apenas a solidão cruel
Não consigo vencê-la...

Repito palavras ao vento
Que sem rumo vagam
Como as folhas de outono
Refletindo meu ser, sem rumo...

As amarras são meu cárcere
Dilacerando o âmago
Aprisionando-me no calabouço
Do terror solitário... Sigo...

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