ESCREVER É UM VÍCIO QUE NÃO QUERO CURAR NUNCA.

16 de janeiro de 2011

ALMA RASGADA.

Às vezes sinto a carne rubra
Gotejando desilusões de uma vida
Repleta de falsos poetas e sonhos
Rasgo a pele da minha alma
Cravo nela minhas garras desnudas
Retalhando em mil pedaços escuros
Abandonando a cor que antes existia
O amor deixou o vazio, preenchido com saudades
Sem perfume de rosas vago na noite fria
Das ruas desertas de meu ser
Sangrando o espírito aflito e doentio
Cansado de acreditar, rumo ao nada...


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