ESCREVER É UM VÍCIO QUE NÃO QUERO CURAR NUNCA.

14 de novembro de 2010

RUPTURAS DE AMOR.

Da boca escorria o amargo
como absinto um veneno letal
a pele se rasgava em dor
as feridas sangravam como gotas
de suor no coração dolorido
que você deixou, quando partiu
a mente já entorpecida
delirava angustiada, suplicas
de socorro nesse momento
negro que envolvia meu ser
mais uma vitima ficava
estendida no chão do desamor
lamentando a perda do bem querer
rupturas de uma alma que acreditou
dolorido gozo que agora ficou no
desamparo total na cinza madrugada
onde a alma vazia escuta o som da solidão.



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