ESCREVER É UM VÍCIO QUE NÃO QUERO CURAR NUNCA.

11 de setembro de 2010

Limite.

Qual é o seu limite
dentro de minha alcova
vazia e solitária,
Pelo teu olhar vejo tudo
o que sentes e fazes
porque trazes tão pouco
ao meu altar de sacrifício
vou beber todo vinho,
entre trovoadas e raios
onde espreita a coruja
noturna em sabedoria
com mil mistérios
no caldeirão fervilhando
fumaça de um ser que ficou...
Navegando no tempo da linha futura
num reflexo passado, sem o presente
aniquilando o vão reflexo
da alma vazia e destrutiva...
cruzando as linhas horizonte
frio dominado essa espera
e acalma minha pulsação
domina a indecisão
de saber qual é o seu limite...

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