ESCREVER É UM VÍCIO QUE NÃO QUERO CURAR NUNCA.

25 de setembro de 2010

Champanhe.

A champanha brindava
um novo amor, como beijos
borbulhando o momento feliz
alegrando o semblante.

Um amor renovado em versos
com a alma leve e pura
dedicada apenas aos sonhos
possíveis de viver...

O sabor doce como mel
entre os lábios ficava
escorrendo no favo da boca

Com goles de um liquido
suave e delicado com borbulhas
macias desse novo amor...

Nenhum comentário:

Postar um comentário