ESCREVER É UM VÍCIO QUE NÃO QUERO CURAR NUNCA.

17 de agosto de 2010

Estranha loucura.

As vezes me perco no mar revolto de minhas emoções,
em abalos sísmicos do meu ser, com vulcões de loucuras
nas utopias alucinadas e que viva essa demência, que faz
de meu mundo delírios de prazer num misto colorido de perfumes,
num concerto de primavera, deixando o outono esquecido...
Recuperar o bom senso, não poderia, pois não o desejo...
Sou o sol e a lua, o dia e a noite, o brilho e o opaco...
Numa dança de versos,nas mais diversas formas de querer...
Demência, loucura...Em rabiscos da profundidade do meu ser...
Viver é simplesmente deixar, me entregar a profundidade do que sou...

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